terça-feira

10 alimentos que viciam mais que Cocaína

Oi, 
O que pode atrapalhar seus resultados de treinamento?
Pense em sua comida favorita, aquela que dá até vontade de que o mundo acabe para ficar com o gostinho daquela delícia na boca. Pensou? Então a gente advinha: muito provavelmente ela tem altas quantidades de gordura, açúcar, sal, farinha refinada ou tudo junto. Como sabemos? Bom, esses são os ingredientes dos alimentos que viciam mais que cocaína!

E não adianta negar ou achar que você tem o controle da situação. Dependente da frequência e das quantidades consumidas de determinados alimentos, eles podem sim causar dependência. Pelo menos é o que a ciência descobriu há algum tempo.
Isso porque certas substâncias muito presentes em alimentos que viciam são responsáveis pela liberação de dopamina, uma substância que faz o cérebro entender aquela situação como prazerosa e dá ao nosso corpo uma sensação incomparável de relaxamento e recompensa. Bem parecido com o que alguns remédios e drogas ilícitas causam, sabia?

De acordo com estudiosos, o fatos de alguns alimentos que viciam ter tanto controle sobre nós, seres humanos, pode vir de nossos ancestrais. Isso porque, na época das cavernas ou antes disso, eles precisam se alimentar bem, já que não sabiam quando seria a próxima refeição. Logo, a grande preocupação de nosso organismo era estocar energia.

O tempo foi passando e, apesar de nossa realidade ser completamente diferente da época em que o ser humano tinham que viver à procura de alimento, nosso corpo ainda mantém vícios. Tudo que gera energia e pode ser estocado por nosso organismo acaba sendo viciante por causa de um truque criado por nosso cérebro para garantir a sobrevivência nesse período tão distante.

E é por isso que alimentos que viciam estão cheios de gorduras, farinhas, açúcares e tudo o mais que pode ser transformado em energia. Esse é o caso, por exemplo, dos pães, doces, bolos, frituras e muito mais, como você confere na lista abaixo.

1. Sorvete

Ricos em gorduras saturadas e açúcar o sorvete é também um fonte de triptofano, um aminoácido de relaxa corpo. Esse conjunto funciona como um inibidor de vontade de consumo de outros alimentos não processados, como frutas e vegetais no geral.
Mas o problema não é só este ser um dos alimentos que viciam. Sorvetes, se consumidos em excesso, podem causar obesidade e dar andamento a processos inflamatórios, como artrites e coronariopatias, que são males provocados por lesões nas artérias coronárias.

2. Doces

Pirulitos, balas e assim por diante. Esses são outros vilões de nossa lista de alimentos que viciam. Isso porque eles fornecem energia quase que instantaneamente para o cérebro, além de trazer uma (falsa) sensação de amparo psicológico.
Apesar de o corpo conseguir queimar rápido esse tipo de alimento, em excesso eles causam diabetes, além de forçar a formação exagerada de radicais livres e de substâncias que facilitam inflamações.

3. Batata frita

Crocante por fora, molinha por dentro. Sentiu até o gosto aí, não foi? As batatinhas fritas são outros dos alimentos que viciam como cocaína e o motivador disso é o “trio fatal”: açúcar, gordura e sal. Mas, não é só sua silhueta que sofre com os efeitos nocivos das batatas fritas.
Elas também estimulam problemas hepáticos se consumidas em excesso, como gordura no fígado; além de hipertensão e diabetes. Isso, sem contar que elas contam com alta concentração de acrilamina, uma substância que pode facilitar o aparecimento de câncer.

4. Batata chips

E a batata comum não é a única vilã dessa história. Então, não adianta se refugiar nas batatas chips, porque elas podem ser ainda piores quanto o assunto é vício. Aliás, elas absorvem uma quantidade impressionante de gorduras, o que estimula o paladar e faz com que você (e todo mundo) queira comer mais e mais. Elas são ricas em três “drogas pesadas da cozinha”, digamos assim: sal, gorduras saturadas e carboidratos refinados.

5. Chocolate

É triste dizer, mas o bom e velho chocolate também está entre os alimentos que viciam com mais facilidade. 

Mas, calma. Ninguém precisa ficar sem comer chocolate a vida inteira. Embora seja uma alimento que vicia, e muito, se você consumir de 10 a 30 gramas de chocolate por dia (isso mesmo, todos os dias), ele não causa nenhum mal a sua saúde. A não ser, claro, que você tenha tendência à obesidade, o que pode estimular o aumento de peso.

6. Cookies

Eles são outros que parecem inofensivos, mas são um dos alimentos que viciam e você nem percebe. Isso porque, em sua composição, os cookies são ricos em vários outros produtos viciantes, como o chocolate, que acabamos de mencionar; o leite e gorduras.

7. Bolos cobertos

Não interessa se é de chocolate ou de creme branco. Bolos com cobertura são alimentos que viciam e são muito gostosos. Isso porque, além da massa em si, com muito açúcar e farinha refinada; eles são enriquecidos com generosas camadas de açúcar, chocolate, óleos saturados e leite.

8. Macarrão

Sim, macarrão é um dos alimentos que viciam em nossa lista. Mas isso não é só porque uma bela macarronada é uma excelente pedida a qualquer momento. O macarrão é rico em carboidrato, mesmo os integrais, o que estimula a liberação de muita insulina no sangue e pode dar início a problemas como diabetes e complicações no fígado, se consumido em excesso.

9. Pães

Assim como no caso do macarrão, os pães são alimentos que viciam pelo excesso de carboidrato e a presença massiva da farinha branca, no caso dos não integrais. Conforme especialistas, esse tipo de alimento é digerido muito rápido pelo organismo, o que atrapalha na sensação de saciedade e estimula que maiores quantidades sejam consumidas.

10. Donuts e cupcakes


Eles repetem, basicamente, os mesmos problemas dos pães e bolos, como já vimos; e são bombas calóricas cheias de açúcar e farinha reginados, bem como gorduras. E sim, eles fazem o corpo liberar dopamina, um neurotransmissor que dá aquela sensação maravilhosa de felicidade. Precisa de mais motivos para se convencer que eles são alimentos que viciam?

Pense bem antes de comer, coma com moderação e equilíbrio. Bora aos treinos!!

Boa semana,

Personal Trainer Bárbara C. Moutinho

Queimando calorias no Verão: Hidro!!

Oi,

As altas temperaturas mexem com a rotina de muitas pessoas, principalmente àquelas que adoram se exercitar, sendo o período de academias e parques lotados. Entretanto, a fadiga causada pelo calor pode prejudicar o desempenho – e até incomodar -, fazendo com que não se alcance o resultado esperado. Pensando nisso, pergunto: o que você acha de malhar o corpo na água?
Atividades aquáticas são excelentes opções para quem quer manter a forma ou chegar ao condicionamento físico ideal durante o verão. Além de ser bastante refrescante, não tem impacto com o solo, o que diminui consideravelmente os riscos de lesões, corrige a postura, melhora a capacidade respiratória e aumenta o condicionamento físico.
Sem contar que ajuda a relaxar o corpo e a mente, alivia o estresse, a ansiedade, melhora a respiração e libera endorfina.
Para manter os treinos e pegar forte, a Hidroginástica é uma ótima opção para fazer em grupo, família ou mesmo individualmte.
A hidroginástica combina momentos de relaxamento com os de exercícios musculares, que resultam em ganho no condicionamento físico. Esta atividade física melhora a circulação, a capacidade respiratória, flexibilidade, força e resistência muscular.
Além disso com 1 hora do exercício você pode reduzir de 450 a 700 calorias, uma ótima opção para quem quer eliminar alguns quilos extras. O uso de equipamentos pode aumentar a intensidade dos exercícios e a perda calórica. 
 Gostou? Então agite um grupo e fale com a Personal.
Boa Semana,
Personal Trainer Bárbara C. Moutinho

quinta-feira

Entenda por que alguns alimentos são inflamatórios e prejudicam sua saúde


Estava no Blog do meu amigo Márcio Atalla, li uma matéria bem explicativa sobre alimentos inflamatórios. Como tem muita gente com dúvida, decidi compartilhar um pouco da matéria. Para ler inteira clique na FONTE no  final da matéria.

Nos últimos tempos as pessoas que buscam uma alimentação saudável têm se deparado com um novo termo de ingredientes vilões: os alimentos inflamatórios. Mas o que isso quer dizer? 

É muito comum ter essa dúvida, até porque estamos acostumados a associar as inflamações do corpo a uma região que ficou avermelhada e inchada. Mas ela pode significar outras situações.  

Existem dois tipos de inflamação, que ocorrem como um mecanismo de defesa e são disparadas pelo sistema imunológico. A mais conhecida é a de alto grau, que ocorre após trauma ou lesão, e que tem como características a dor, calor, rubor (vermelhidão) e edema (inchaço). Esses sintomas ocorrem pois há um aumento da dilatação dos vasos sanguíneos para levar os nutrientes necessários para a reparação do tecido afetado. Ela costuma ser localizada e ter curta duração, geralmente de 3 a 4 dias.

Diferente da inflamação de baixo grau, que pode perdurar por anos. É um fenômeno que começou a ser estudado há cerca de 10 anos e não apresenta sintomas tão específicos, sendo uma doença silenciosa. Quando o tecido está inflamado, começa a perder sua função clássica e por isso contribui para o surgimento de doenças metabólicas e crônicas. Veja alguns exemplos:


O fígado passa a metabolizar mal as substâncias no nosso sangue e a produzir gordura demais; 
Os músculos deixam de captar glicose e acontece a chamada hiperglicemia, favorecendo a ocorrência de diabetes tipo 2;

O tecido adiposo libera gordura na corrente sanguínea e eleva o colesterol; 

As veias e artérias captam e acumulam mais gordura (aterosclerose) e envelhecem mais rápido (arterioesclerose); 

O hipotálamo, responsável pelo metabolismo e pela sensação de fome, queima menos calorias e perde essa capacidade de controle, com o aumento patológico do apetite (hiperfagia);

E o que os alimentos tem a ver com tudo isso?

A alimentação tem relação direta com esse processo de prevenção e recuperação. Isso porque certos nutrientes estão ligados com a produção dos chamados mediadores inflamatórios, substâncias que ao atingir as células podem promover ou até retroalimentar o processo de inflamação. Um exemplo é o excesso de gordura saturada. Nosso organismo pode confundir o nutriente sozinho com uma bactéria, pois a parede celular desses microrganismos é revestida com esse tipo de gordura. Com isso, as células que têm receptores do sistema de defesa detectam esse tipo de gordura e ativam o processo inflamatório.

Dentre eles estão as carnes vermelhas:

- Carnes vermelhas: apesar de terem importantes nutrientes, como proteínas, ferro, zinco e vitamina B, estudos demonstram que o consumo excessivo de gordura animal estimula a secreção contínua de ácidos biliares no intestino, que agridem a mucosa do cólon e induzem a apoptose (morte celular programada), em um microambiente propício à inflamação.  Além disso, métodos de preparo que envolvem altas temperaturas e baixa umidade (como fritar, grelhar e assar) favorecem a formação de compostos pró-inflamatórios, neste caso as aminas heterocíclicas e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.

Em contrapartida, alguns compostos presentes em alimentos, como os chamados bioativos, podem ter atividade biológica capaz de reduzir a resposta inflamatória. Como é o caso do ômega 3, presente principalmente em peixes de água fria e em algumas sementes, a chia e a linhaça; o resveratrol, presente em uvas; a curcumina, presente na cúrcuma; as catequinas do chá verde; entre outros.  Cabe ressaltar que uma alimentação equilibrada baseada em alimentos in natura e minimamente processados e a prática regular de exercício físico podem melhorar o metabolismo e o perfil inflamatório, ficando mais perto de um equilíbrio nutricional e metabólico.

Precisamos conhecer e se preocupar com o que comemos, isso gera consequências boas e ruins a médio longo prazo.

Boa Semana,

Personal Trainer Bárbara C. Moutinho

Fontes: Dennys Cintra, professor e coordenador do Laboratório de Genômica Nutricional e do Centro de Estudos em Lipídios e Nutrigenômica da Unicamp; Natália Simonian Ghedini, doutoranda em Ciências da Saúde (Unifesp); Thaís de Moura Neves, mestranda em Alimentos, Nutrição e Saúde (Unifesp); Clarissa Casale Doimo, nutricionista especialista em nutrição esportiva.

FONTE

quinta-feira

Maternidade e Trabalho

Oiiii,

Há um tempo não escrevo para você, além da correria do dia a dia e os fantásticos desafios que só a vida pode trazer, agora tenho um sentido maior de viver(e bem trabalhoso kkk): Clara

Sim, esta coisa fofa que você esta vendo, (na foto ela esta com quase 2 meses) e hoje já esta com 5 meses de pura fofurice, minha bebê, coisa linda, benção de Deus, Amor maior de viver.... enfim... mas que também consome tempo e energia. 

Clara veio para mudar tudo em minha vida. Me fez repensar em muitas coisas, o olhar para mim como mãe e como profissional e o olhar para minha família,  enfim, estou numa nova fase pessoal e num novo marco profissional. Por isso tenho uma novidade para você, o Blog agora será Vlog. Uma forma mais dinâmica e pratica de buscar informações com especialistas e se manter atualizado. Pretendo sempre manter atualizado, com temas e informações semanais do mundo fitness, treinamento, alimentação, estilo de vida e claro das novidades que estão por ai.

Daqui pra frente, tudo será novo, tenho algumas temporadas para você e espero que goste e aproveite o máximo. Porque quando se faz com amor tudo fica melhor, tudo flui. 

Grande beijo e Vamos juntos a novas descobertas!  

Beijo Grande,
Personal Trainer Bárbara Campana

quarta-feira

Treino: Qual a importância da variação de estímulo?

Oi Pessoal,

O ser humano sempre conviveu com um fator básico: a adaptação. Desde os primórdios, o ser humano recebe estímulos externos variados e assim, se molda a eles para se adaptar da melhor forma. Na hora de fazer o seu treinamento, a variação de estímulo é um item importante na lista de coisas para fazer o seu desempenho melhorar.
Quando o nosso organismo entra em adaptação, ele gasta menos energia. Fazendo uma analogia, é muito mais difícil montar um quebra-cabeças pela primeira vez. Você gasta mais tempo e mais energia para tentar encaixar as peças de forma correta. O mesmo acontece com o nosso corpo em relação aos exercícios físicos.
É exatamente por isso que promover alternância de estímulos durante os treinos é importante e muito mais vantajoso. Não há como o seu corpo se adaptar com a variação de estímulo que você oferece a ele. Essa alternância serve tanto para quem deseja perder peso ou melhorar a hipertrofia muscular.
Então, você esta variando bem seus treinos? Que tal Planilhas especificas para você?  entre em contato comigo.
Leia a matéria na íntegra, acessando: FONTE
Boa Semana,
Personal Trainer Bárbara Campana

10 alimentos que vão te ajudar a queimar gordura neste inverno

Oi Pessoal,

O objetivo de muitas pessoas não é somente emagrecer, mas também queimar gordura e ficar com o corpo mais torneado e definido. 

A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a queima de gordura, mas alguns alimentos também podem atuar como aliados nessa dura batalha, dando-nos uma forcinha extra para exterminar a gordura acumulada de uma vez por todas.

Colocamos aqui uma lista de 10 alimentos que vão te ajudar a queimar gordura corporal neste inverno:

1. Pimenta vermelha

A pimenta vermelha possui um composto chamado capsaicina, que é capaz de aumentar a temperatura do corpo, acelerar a velocidade do metabolismo e ajudar o organismo a queimar calorias em excesso. Ele está presente em variedades como a pimenta dedo-de-moça, biquinho e caiena.
Você pode acrescentá-las a sopas, molhos e pratos de arroz para aumentar o potencial de queima de gordura da sua dieta.
2. Vegetais crucíferos
Os vegetais crucíferos como o brócolis, couve, espinafre, repolho, alface, couve-flor e acelga são carregados de vitaminas e minerais importantes para o organismo. Além disso, oferecem saciedade e têm pouquíssimas calorias, evitando exageros e ajudando no emagrecimento.
Eles contam ainda com um fitonutriente chamado sulforafano, que estimula uma enzima que, quando liberada, orienta nossas células a queimar mais gordura.

3. Chá verde

Além de conter uma quantidade significativa de cafeína, que ajuda a queimar mais gordura, o chá verde possui uma substância conhecida como epigalocatequina galato, que comprovadamente é capaz de acelerar o metabolismo de forma temporária.
Este poderoso antioxidante faz com que um determinado hormônio envie um sinal para que o corpo quebre células de gordura usando a energia estocada.

4. Gengibre

Além de oferecer inúmeros benefícios para o organismo e a saúde, com suas propriedades anti-inflamatórias e antivirais, o gengibre ainda pode ser um grande aliado na luta para queimar gordura.
Ele atua como um termogênico natural que acelera o metabolismo e aumenta o gasto calórico. Além disso, tem uma leve ação inibidora do apetite e ajuda a regular o processo digestivo.

5. Castanha-do-pará

Esta oleaginosa é uma verdadeira “queimadora de gordura”. Ela acelera o metabolismo por converter os hormônios da tireoide para a sua forma ativa. Além disso, a castanha é capaz de se aderir a toxinas e contribuir para eliminá-las, uma ajuda inestimável já que, caso contrário, elas se alojariam em célula de gordura e poderiam causar celulite
A recomendação é consumir uma ou duas castanhas-do-pará diariamente para obter seus desejados benefícios.

6. Óleo de coco

O óleo de coco é a melhor fonte de triglicerídeos de cadeia média, tipo de gordura saudável que o corpo usa preferencialmente como energia, dando menos oportunidade para que seja estocada. Estudos mostram que o consumo de óleo de coco pode ajudar principalmente na redução da gordura na região abdominal, local onde a maioria das pessoas quer perdê-la.
Para incorporá-lo à dieta, use-o para cozinhar, substituindo o azeite de oliva (mantenha este último para temperar a salada, pois ele oferece outras vantagens).

7. Semente de chia

Este verdadeiro superalimento é carregado de fibras, ômega 3 e proteínas, e oferece uma sensação duradoura de saciedade além de aumentar o metabolismo. As sementes ainda estimulam a liberação de glucagon, um hormônio que ajuda na queima de gordura.
Antes de consumi-las, deixe-as de molho por 15 minutos para que elas inchem (podem chegar a até 10 vezes seu tamanho original).

8. Aveia

A aveia é riquíssima em fibras. Para conseguir quebrá-las, o organismo gasta muitas calorias durante o processo de digestão, contribuindo também para a queima de gordura.
Este alimento também ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, prevenindo picos de fome que podem causar a ingestão exagerada de calorias.
Incluir ovos na dieta é uma das melhores maneiras de reduzir medidas e perder peso. Eles oferecem uma mescla única de nutrientes, vitaminas e minerais que promovem saciedade, além de possuírem uma combinação incomparável de aminoácidos essenciais para o organismo.
Os ovos também são ricos em vitamina B12, que é usada pelo nosso corpo para metabolizar a gordura. Dessa forma, sua ingestão é muito benéfica para a eliminação das células adiposas.

10. Salmão

Este peixe saboroso é ideal para reduzir medidas e queimar gordura abdominal. Rico em ômega 3, seu consumo regular ajuda a melhorar a sensibilidade do organismo à insulina, contribuindo para encolher as temidas células de gordura que temos no abdômen.
O salmão também ativa o hormônio da tireoide e, portanto, ajuda a acelerar o metabolismo e potencializar ainda mais a queima de gordura.
Espero que tenham gostado,
Acesse a matéria na integra acessando o link a baixo.
Personal Trainer Bárbara Campana

segunda-feira

Comida traz felicidade? Saiba como alimentos influenciam nosso humor

Oi pessoal,

Nutrientes afetam nosso ânimo e podem potencializar nossa disposição e bom humor; entenda como determinados alimentos podem proporcionar mais alegria e prazer do que outros - e sim, o chocolate é um deles.


Nem todos os pratos de comida que experimentarmos vão nos proporcionar o mesmo grau de bem-estar, independentemente do sabor ou de quão bem preparados estiverem. Há alimentos que estimulam mais determinados neurotransmissores do que outros.

Por exemplo, existem componentes em carnes, laticínios, frutas e verduras que estimulam a produção de serotonina e endorfinas, segundo pesquisa de Peter J. Rogers, do departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Bristol, no Reino Unido. Por outro lado, de acordo com pesquisadores da Universidade de Warwick e a Faculdade Dartmouth, é importante consumir porções pequenas de frutas e verduras ao longo do dia para manter o bem-estar físico e mental.

Comer não consiste apenas em se alimentar ou obter prazer imediato; também significa “hackear” convenientemente nosso cérebro. Os alimentos, afinal, atuam em parte como as drogas em nosso corpo, e seu uso e abuso podem ter efeitos semelhantes. As batatas fritas, por exemplo, foram comparadas à maconha por seu poder de dependência, segundo um estudo realizado por pesquisadores do Instituto Italiano de Tecnologia de Gênova, em colaboração com a Universidade da Califórnia, nos EUA. E uma equipe de pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Duke e da Universidade de Melbourne descobriu que as drogas que causam dependência, como a cocaína ou a heroína, ativam as mesmas células nervosas e conexões cerebrais que o sal que usamos para cozinhar. (dá pra acreditar!)
Não à toa, Hipócrates, o pai da medicina moderna, uma vez declarou: “Que teu alimento seja tua medicina e tua medicina seja teu alimento”. De fato, muitos alimentos que consumimos hoje foram, um dia, utilizados como medicamentos. A Coca-Cola, por exemplo, foi criada no fim do século 19 por um farmacêutico para tratar dor de cabeça, impotência e dispepsia. O refrigerante 7-UP, de limão, era usado no início do século 20 como soda para aliviar a ressaca. O criador da Pepsi, Caleb Bradham, também acreditava que sua bebida melhoraria a digestão porque continha pepsina, uma enzima digestiva. O quinino, ingrediente usado na água tônica, era usado no Reino Unido contra a malária; acrescentavam gim para que o sabor ficasse mais agradável, e assim nasceu a gin-tônica.
E por mais que os alimentos possam afetar nosso estado de ânimo, nosso estado de ânimo também pode afetar nossa seleção de alimentos. O exemplo mais óbvio é que as pessoas comem alimentos menos saudáveis quando estão tristes, segundo um estudo realizado nos EUA em 2007.
Finalmente, o contexto em que se consome a comida e nossa experiência passada com determinados alimentos também afeta nossa resposta emocional. Por exemplo, uma pessoa que pensa que beber uma xícara de café aumentará o estado de alerta pode sentir-se mais alerta, inclusive depois de tomar café sem cafeína. O poder do placebo também pode propiciar que o chocolate nos faça sentir mais felizes, ainda que na realidade não estejamos ingerindo as substâncias que produzem esses efeitos.
Podemos seguir dietas em função de como elas atuam em nosso estado de ânimo. Podemos ler livros sobre “mood food”. No entanto, mesmo que ainda não dominamos completamente seus efeitos, devemos ter em mente que o poder dos alimentos é incomensurável. E se isso parece desencorajador, você sempre pode comer uma barra de chocolate.
O bom senso e sempre pensar na sua saúde faz toda a diferença.
Boa Semana,
Personal Trainer Bárbara Campana

quarta-feira

ACEITE SEU CORPO

Oi pessoal,



Hoje em dia há tanto sofrimento em relação ao formato do corpo. Tanta gente se achando horrível, gordo e feio. Isso tudo gera terrível mal-estar e uma certa insegurança com relação ao corpo e todo o padrão que se deve seguir.



Neste vídeo de  Giridhari Das você vai entender o porque que isso acontece e a importância de aceitar seu corpo, afinal ele é seu templo e aceitar como você é e trabalhar a saúde é fundamental para uma vida saudável e equilibrada.



Personal Trainer Bárbara Campana





   




terça-feira

Como manter a dieta na Páscoa? 3 Dicas que vão te ajudar.

Oi Pessoal,


Chegou o período mais doce do ano: a Páscoa. E, neste momento, o primeiro pensamento é “dar um tempo” no controle alimentar e, somente depois que acabarem os ovos, correr atrás do prejuízo. Será que este é o melhor caminho a seguir?
Para poucas pessoas, comer um pouco a mais de chocolate nessa época do ano não traz aumento de gordura corporal, mas para a maioria das pessoas que lutam diariamente para controlar o peso, uma quantidade a mais de chocolate na Páscoa costuma provocar frustrações na balança.
Se formos pensar em retomar o acompanhamento nutricional apenas após os períodos especiais, não será possível evoluir na Reeducação Alimentar. Isso porque durante todo o ano temos comemorações que atrapalham o objetivo do controle do peso, em especial após a Páscoa, pois coincide com o início do frio, quando temos mais fome e às vezes praticamos menos atividade física.
Para quem acha que controlar o consumo do chocolate é muito difícil e que não consegue consumi-lo em pequenas quantidades, a melhor opção seria evitar tê-lo nos armários de casa. Sei que o desafio é muito maior para quem tem crianças, mas é na infância que devemos educá-las para o consumo consciente dos alimentos.
Vamos te ajudar!
São 3 dicas infalíveis para você manter o peso, o foco e ainda se deliciar com chocolates de páscoa.

1) aumente a frequência e a intensidade dos exercícios físicos antes e depois da páscoa; isso vai te ajudar tanto no controle da ansiedade quanto no gasto calórico.  Converse com seu Personal e se planejem. 

2) Escolha chocolate 70% e coma uma quantidade pequena no final de semana ou mesmo em dias alternados na semana. Controle sua ansiedade, respire. Se você ganhar um ovo de páscoa não significa que precisa comer tudo de uma vez ou mesmo durante uma semana, você pode fracionar e comer nos dias que treina, assim vai usar a gordura e as calorias para dar um gás nestes dias.

3) evite beliscar entre as refeições - este hábito é um perigo, pois a saciedade se dá tempos depois e quando você perceber já esta na metade do ovo. Lembre-se chocolate é um doce vilão; parece que não mas ele tem muitas calorias e quantidade de gordura.

Então gostou? Coloque em prática já e nos conte como foi!

Boa Páscoa,
Personal Trainer Bárbara Campana